MARCAÇÕES
Como adicionar ao detailmasters as marcações que vêm do WhatsApp e do Instagram
Um trabalho combinado numa conversa ocupa a oficina como qualquer outro. Registá-lo leva um minuto — e é isso que o põe no calendário, no histórico do cliente e nas contas do mês.
Por Telmo Antunes · Publicado a 17 de setembro de 2026 · 4 min de leitura

O cliente manda mensagem no Instagram a perguntar se há espaço no sábado. Ou no WhatsApp, com uma fotografia do capô. Ou telefona. Ou aparece à porta com o carro já lá fora.
É assim que a maior parte do trabalho de um estúdio é combinado, e não é uma falha à espera de ser corrigida — é como funciona um estúdio que já tem nome na zona.
O que muda é onde esse trabalho fica escrito. Combinado numa conversa e anotado num caderno, ocupa a oficina exatamente como qualquer outro, mas não está no calendário, não entra no histórico do cliente e não soma ao que faturou este mês. A marcação presencial é a forma de o pôr no mesmo sítio que tudo o resto — e demora menos do que escrever a resposta à mensagem.
O que é uma marcação presencial
É uma marcação que o estúdio cria pelo cliente, a partir do painel de administração, em Marcações → Nova.
Ao contrário de uma marcação feita pelo cliente, esta nasce confirmada e com preço. Não há pedido à espera de aceitação, nem um valor por combinar depois: escolhe o serviço, a hora e escreve quanto custa aquele trabalho. Fica fechado no momento em que o carro entra.
Precisa de muito pouco: um nome, o serviço, o dia e a hora, e o preço. Se o cliente já existe na sua lista, escolhe-o e a marcação entra no histórico dele. Se é a primeira vez, escreve o nome e o contacto, e ele passa a constar em Clientes — com uma etiqueta a dizer que veio de si e não da plataforma, e com o histórico a começar nessa marcação.

Para que serve a marcação presencial, na prática
Três coisas, e nenhuma delas depende de lhe chegarem clientes por aqui.
- A agenda passa a ser uma só. Uma marcação presencial ocupa o lugar exatamente como qualquer outra. Se preencheu a manhã de quinta com um trabalho combinado ao telefone, a manhã de quinta deixa de estar livre — na agenda que consulta e na página que o cliente vê. O dia que aparece no ecrã é o dia que a oficina tem.
- O trabalho fica na ficha do cliente. Não é uma folha à parte. É a mesma ficha, com o mesmo histórico, para o mesmo cliente que talvez volte daqui a seis meses — e é esse histórico que responde por si quando quiser saber quem já cá veio, quantas vezes, e a pagar quanto.
- O que cobrou fica na marcação. O valor combinado fica ali registado e não na cabeça de quem atendeu. Ao fim do mês, o que faturou está lá, trabalho a trabalho.
Quando é que se faz uma marcação presencial
Para a maioria dos estúdios, a marcação presencial não é a exceção — é como quase todas as marcações começam. Na prática:
- Uma mensagem no Instagram ou no WhatsApp, e a conversa acaba com um dia e uma hora combinados.
- O telefone toca, combinam, e desliga.
- O cliente aparece sem aviso e a oficina tem uma baía livre para o receber já.
- É um habitual que nunca vai usar a página pública do estúdio — e também não precisa.
No fundo é sempre o mesmo caso: o carro vai ocupar a oficina. O sítio onde a marcação foi combinada não muda isso.
E se nenhum cliente vier da detailmasters?
Continua a compensar, e é assim que a maioria dos estúdios começa.
O que o sistema lhe dá não depende da origem do cliente: a agenda com o trabalho todo, o histórico de quem já cá passou, os preços por tamanho de veículo, o valor registado em cada trabalho e a confirmação que sai para o cliente assim que a marcação é criada.
A página pública do estúdio é uma porta a mais para entrar trabalho, não a razão para usar o sistema. Se um dia essa página lhe trouxer clientes, eles entram na mesma agenda, sem nada para reconfigurar.
Quem decide o preço é o estúdio
O formulário começa por sugerir o valor que tem no catálogo para aquele serviço, e pode substituí-lo pelo que combinou com o cliente. O que se combina ao balcão raramente é exatamente o preço de tabela.
E se o trabalho for uma oferta? Escreve 0 no preço, e fica registado como oferta.
O que o formulário não guarda é uma marcação sem preço nenhum: se o campo ficar vazio e o serviço não tiver preço de catálogo para usar, recusa. Um 0 escrito por si é uma decisão sua; um campo em branco é um trabalho que ninguém consegue explicar ao fim do mês.
O que mudou este mês na marcação presencial
A marcação presencial ganhou este mês a peça que lhe faltava: passou a saber que carro está lá fora.
- O formulário passa a perguntar o tamanho do veículo, nos serviços e extras que cobram por escalão — a mesma pergunta que o checkout do cliente sempre fez. Até aqui sugeria sempre o escalão mais pequeno, fosse qual fosse o carro. Com uma carrinha de sete lugares, isso eram dezenas de euros a menos, por defeito.
- O separador Histórico, em Marcações, mostra os trabalhos já concluídos com o valor que ficou registado em cada um. É ali que se compara o que cobrou antes.


Telmo Antunes
detailmasters agent
I've been passionate about detailing ever since I bought my first car. After filming and photographing for some detailing studios I fell in love with the craft and dreamt of one day being able to work in that market. That's why I created Detail Masters, and that's why you can trust me to help you scale your business to the success it deserves.
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